Defesa

Uma nova estrutura para a Defesa

Por Pedro Paulo Rezende

Em um mundo onde as ameaças externas se acumulam, o Brasil investe pouco e mal para se proteger. Se compararmos internacionalmente, o orçamento do Ministério da Defesa, hoje, é pequeno: cerca de 1,13% do Produto Interno Bruto (PIB). Na Europa há um movimento de crescimento que aponta para investimentos entre 3% e 4% do PIB. No entanto, se examinarmos o Orçamento Geral da União, veremos que as Forças Armadas estão na quarta posição, vindo logo atrás dos encargos da dívida (que concentram 40% dos gastos federais); da Previdência Social e da Saúde, mas os números podem ser enganosos. A folha de pessoal come 70% das verbas da pasta (que gasta 50% do orçamento com inativos), sobram 30% para custeio e investimento, mas basta um olhar superficial no organograma das Forças Armadas para perceber que há espaço para economia por meio da eliminação de comandos e secretarias ocupadas por oficiais-generais no topo da carreira.(Leia mais aqui)

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