Ártico Defesa Diplomacia

A militarização do Ártico

Por PEDRO PAULO REZENDE

O aquecimento global transformou o Ártico em uma região de grande atrativo. Este processo foi detectado pela Marinha da Federação Russa na primeira década do século 21. A passagem norte, que só era navegável sem o uso de navios quebra-gelos durante os meses de verão, passou a ficar aberta durante todo o ano. Um alerta foi encaminhado ao Painel Intergovernamental sobre a Mudança Climática (IPCC, na sigla em inglês). Paralelamente, o governo decidiu ampliar os levantamentos sobre recursos minerais na plataforma continental conforme previsto pela Convenção das Nações Unidas sobre o Direito do Mar (CNUDM). A medida não fere a legislação internacional, uma vez que, ao contrário da Antártida, o Oceano Ártico pode ser explorado economicamente. Tecnicamente, outros quatro países possuem interesses legítimos sobre a região: Canadá, Dinamarca e Islândia, que se embasam nas determinações da Convenção das Nações Unidas sobre o Direito do Mar (CNUDM) e respeitam o direito soberano dos países vizinhos, e os Estados Unidos, um dos 26 países que não assinaram o tratado.(Leia mais aqui)

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