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A vacina russa é segura?

Por PEDRO PAULO REZENDE

O anúncio do registro, feito pelo presidente da Federação Russa, Vladimir Putin, da primeira vacina contra o COVID 19 suscitou uma série de críticas na comunidade científica internacional. Surgiram acusações de que ela não seria segura e nem eficiente e de que os cientistas encarregados do desenvolvimento teriam pulado etapas de testes. Os especialistas envolvidos na pesquisa e desenvolvimento da Sputnik V rebateram as críticas de seus colegas ocidentais afirmando que a vacina emprega tecnologia segura, desenvolvida pelo Instituto Gamaleya há mais de 20 anos. Quando os primeiros casos de COVID 19 apareceram na região de Moscou, em fevereiro, os pesquisadores do Centro Nacional de Investigação de Epidemiologia e Microbiologia Gamaleya, criado em 1891, perceberam que parte da população russa apresentava uma resposta imunológica extremamente efetiva contra o vírus. Estudando os antecedentes, verificou-se que a maioria fora afetada por um surto de doença respiratória em 2018, controlado rapidamente pelas autoridades sanitárias. O patógeno era aparentado com o organismo causador da Síndrome Respiratória do Oriente Médio (MERS), que possui 80% de comunabilidade com o agente pandêmico atual. O MERS era um organismo extremamente conhecido pelos pesquisadores do instituto, que desenvolveu uma vacina para as autoridades sauditas. (Leia mais aqui)

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