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Brasil e BRICS, entre a ideologia e a prática

Por Pedro Paulo Rezende

Ao contrário do que ocorreu nas gestões do Partido dos Trabalhadores, o Brasil não irá tratar o BRICS como a base de uma união política. Ele será um clube de investimentos capaz de azeitar o desenvolvimento e de promover o intercâmbio comercial e de tecnologia entre os associados. Desta forma, pretende-se acomodar o pensamento da ala ideológica do governo, comandada pelo chanceler Ernesto Araújo, com a ala pragmática encabeçada pelo vice-presidente Hamilton Mourão e pelos ministros da Agricultura, Tereza Cristina; da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, Marcos Pontes; do Gabinete de Segurança Institucional, general de exército Augusto Heleno, e das Minas e Energia, almirante de esquadra Bento Costa Lima Leite. Na visão do atual governo, o BRICS é o maior parceiro econômico do Brasil e não há como ignorá-lo. (Lei mais aqui)

Ministros das Relações Exteriores da China, Wang Yi; Negócios Estrangeiros da Rússia, Sergey Lavrov; Relações Exteriores, Ernesto Araújo; Transportes Rodoviários da Índia, V.K. Singh; Relações Internacionais e Cooperação da África do Sul, Naledi Pandor – Akemi Nitahara/Agência Brasil

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