Geopolítica

Vencer sem lutar: A estratégia americana na guerra contra a Venezuela

Por Arthur Nadú Rangel

Nos dias atuais, as guerras por procuração se tornaram um instrumento obsoleto, já que não existe mais um inimigo claro para os EUA; agora o inimigo é aquilo que não é americano, ou aquilo que vá contra os ideais de Mundo Livre americano. Lutar contra esses inimigos acabou por ser não mais em sua essência uma guerra de armas e máquinas. A marcha americana não poderia ser impedida por esta questão, de modo que as guerras por procuração foram substituídas pelas guerras culturais. Nos dias atuais não é necessário enviar soldados, em vez disso envia-se a cultura, a religião e sistema social da liberdade, por meio de pesquisadores, pastores e políticos, conquistando o alvo de dentro para fora. Nos dois objetos de análise estabelecidos, a Ucrânia e a Venezuela, podemos observar que não é foi necessário enviar uma missão militar de “liberdade”. Bastou dominar os pontos chaves, dominando o pensamento econômico com pensadores formados nos EUA, a política com líderes políticos formados na Universidade de Washington, a justiça com juízes e promotores apaixonados pela Common Law, com seus mestrados e doutorados pagos pelo governo americano nas escolas americanas. As bases do país seriam corroídas de dentro para fora, com o objetivo de alavancar o grupo político que implementaria os ideais americanos no sistema político e social. (Leia mais aqui)

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